COMUNISMO: Alien, o 9º passageiro

                Se você assistiu à série de filmes de ficção científica “Alien, o 8º Passageiro”, vai entender imediatamente esse alerta. Na trilogia, um tripulante humano de uma nave é contaminado por um parasita, que se desenvolve em seu ventre, rasga-o para sair, cresce muito rápido, é carnívoro, voraz, selvagem e muito inteligente, além de reproduzir-se em profusão. Os filmes são assustadores e proféticos, pois se alguma nave alienígena aparecer em sua frente, a probabilidade de Aliens estarem procurando entre proteína ou amizade é de 100 para 1.

              No tempo da criação do monstro filosófico-político chamado comunismo (Séc. IXX) as pessoas eram muito pobres ou muito ricas, e a maioria esmagadora era pobre. Nascido pobre, a chance de enriquecer era quase nenhuma. Era dificílimo mudar para uma classe social melhor. Isso, há mais ou menos cento e cinqüenta anos.

              Hoje, as coisas são totalmente diferentes; pode-se enriquecer em poucos anos, com trabalho honesto, árduo, com inteligência, tino, oportunidade e de início com pouco dinheiro. Basta assistir ao programa dominical “Pequenas Empresas, Grandes Negócios.” Milhares de pessoas, com boas ideias, determinação, vontade e fé, começaram como vendedores de cocada, empada, catando papelão, e hoje são proprietários de pequenas, médias e até grandes empresas, gerando milhares de empregos e trazendo renda para milhares de famílias. O ex-vice-presidente José Alencar é um exemplo.

             Olhe só o Globo Rural, da Rede Globo, um dos exemplos e o pioneiro: há trinta anos ensina ao Brasil o agronegócio; a plantar, criar, empreender, enfim, subir na vida honestamente. Você conhece algum programa assim que seja do governo? Voltando ao parágrafo anterior, há cem anos  os comunistas não tinham nada, e para provar sua teoria de alcançar a felicidade na terra, dividindo tudo, tinha que tomar as propriedades dos outros. Tomaram, mataram, dominaram a metade do mundo mais de setenta anos e olhe o que deu: caiu o Muro de Berlim em 1989 e aquele castelo de cartas, aquele embuste que só serviu para escravizar os povos dominados e matar mais de cem milhões de pessoas , sob a desculpa de “acabar com as classes sociais, com a burguesia”, criou e manteve, na realidade, por mais de setenta anos, somente duas classes: a do povo, das  ” massas”, como eles gostam de dizer, que virou escrava, e a dos senhores, eles, os dirigentes, os sindicalistas, os agitadores estudantis, os intelectuais que não trabalhavam, sendo alguns até filhos de gente rica. Eles, os dirigentes, viraram os senhores, os chefes, as cabeças pensantes autoencarregadas de conduzir “as massas” ao reino da felicidade ainda na terra, ao reino da fartura, da justiça e da igualdade.

        Mas hoje, as coisas são totalmente diferentes: o comunismo internacional movimenta bilhões, o MST movimenta milhões, e se quisessem, comprariam uma ou mais áreas de milhares de alqueires e poderiam provar sua teoria – criar superpropriedades, poderosas, prósperas, abundantes, e produzir milhares de toneladas de alimentos, gado, etc… Então, por que não fazem isso? Perguntaria você. Porque não funcionará. Sistema coletivo nenhum funciona direito. Não há estímulo, trabalhando-se bem ou mal, muito ou pouco, todos ganham a mesma coisa, e isso desanima qualquer um, traz revolta, traz inveja, todos dependem de ordens de um chefe, ninguém decide nada por si, a pessoa vira um robô, um autômato, perde a iniciativa, a criatividade, vira um zumbi ambulante. Então eles continuam vociferando contra a propriedade privada, contra o lucro, contra a livre iniciativa, prometendo que um dia, quando tomarem o poder, a coisa vai ser diferente. Eles vivem disso, de promessas futuras.

                   Você já viu na televisão algum filme sobre os assentamentos do MST mostrando fartura, produção abundante, todos alegres? Não há. Os assentamentos são favelas rurais ou quase, todos comandados de fato por um chefão, esse sim, explorador, mandão e cheio de privilégios. Quando muito, talvez em alguns, plantam para comer, mas complementados com cestas básicas e bolsas família do governo. E você já notou que comunista algum raramente denuncia prefeito, vereador, deputado ou senador envolvido em escândalo? Eles nuncaou raramente denunciam detentores de cargos públicos, porque a vida deles depende desses cargos. Você já ouviu algum comunista falar que tem municípios demais no Brasil? Quase cinco mil e setecentos? Jamais vão falar isso, porque eles amam a coisa pública, vivem disso.

                      Você nunca vai ver um comunista bom médico, bom engenheiro, bom dentista,bom lojista, bom patrão ou bom empregado. De modo algum. Mal entra em alguma fábrica ou no serviço público, dá um jeito de ir para o sindicato e nunca mais sai de lá, nunca mais voltará para o torno ou retornará a alguma atividade produtiva, rotineira, cansativa. Por isso ele entra em pânico quando fala que tem que privatizar a Petrobras e todas as empresas públicas. Como ele chegará a diretor, chefe, talvez presidente de uma empresa? Só se ela for pública, pois na iniciativa privada ele jamais chegaria ao topo sem estudo, competência e trabalho duro, constante e rotineiro.

                         Quer ver uma diferença gritante entre a coisa pública e a privada? Muito simples, preste atenção: antes da telefonia ser privatizada pelo governo  Fernando Henrique, quanto custava um telefone? 2, 3, 4, e até 12 mil reais. Lembra-se? E quanto tempo você ficava na fila esperando um? 1, 2 3 e até 5 anos. Não acredita? Pergunte ao seu pai ou seu avô. A conta até que não era cara, só não se tinha telefone. E hoje? Há mais de 100 milhões de telefones celulares no Brasil. A conta não é barata, mas telefone não foi feito para se ficar pendurado nele, e sim falar o essencial. Até mendigo pode ter um celular. E o fixo? Custa R$ 70,00 e instalam em 2 dias.

                    Mas se depender dos comunistas, eles reestatizarão todas as empresas telefônicas estaduais que foram privatizadas e tomarão as operadoras privadas, pois assim terão acesso às centenas de cargos de diretoria. Acha isso certo? Você não precisa ler Marx, Gramsci e outros filósofos do absurdo para entender que o comunismo é uma droga. Isso mesmo, uma droga como a maconha, a cocaína e a heroína. É o ópio dos intelectuais, assim como eles disseram que a religião era o ópio do povo. Procure um único comunista ou militante da esquerda armada que tenha virado excelente empresário, criado milhares de empregos, produzindo bens ou serviços. Procure um deles que virou excelente médico, engenheiro, lojista, dentista,  executivo de uma grande empresa privada, ou que tenha  voltado para a profissão que tinha antes. Você não achará. Mas vai encontrá-los, todos, na coisa pública: prefeito, deputado, vereador, senador, presidente, dirigente de estatal ou professor ensinando o comunismo para as criancinhas  de todas as idades, até as adultas. Entendeu agora porque eles amam a coisa pública? São os Aliens,  monstros parasitas, que não criam nada, dependem sempre de parasitar alguém ou uma instituição, de preferência pública, enquanto não estatizam as empresas dos outros.

Anúncios

Sobre ultradireitaemmarcha

~Brasileiros de ultradireita, defensores da família, da propriedade privada licitamente constituída, da livre iniciativa, da economia de mercado, das tradições cristãs ocidentais, da liberdade e da responsabilidade individual na manutenção e fortalecimento da pátria e do Estado como subordinado à sociedade, não o contrário.
Esse post foi publicado em Não categorizado. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s